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ERÓTICO, SIM; DESELEGANTE, NUNCA. COM TEXTOS QUE CONTAVAM AS FANTASIAS – REAIS OU NÃO – DE MUITOS HOMENS, O FÓRUM DE ELEELA FEZ HISTÓRIA ENTRE AS REVISTAS MASCULINAS E VIROU REFERÊNCIA PARA MUITOS ASPIRANTES A ESCRITOR. LEVANDO ADIANTE A TRADIÇÃO, NOSSAS PÁGINAS CONTINUAM A CELEBRAR ESSA FINA VERTENTE DA LITERATURA, CAPAZ DE DESPERTAR TESÃO EM QUALQUER UM. NESTA EDIÇÃO, UM NOBRE LEITOR CATARINENSE NOS CONTA SUA MAIS RECENTE AVENTURA SEXUAL. CASO VOCÊ TAMBÉM TENHA VIVIDO UMA HISTÓRIA TÃO BOA QUANTO A DELE, ESCREVA PARA O E-MAIL REDACÃO@REVISTAELEELA.COM.BR QUE A GENTE PUBLICA O TEXTO NA ÍNTEGRA

ILUSTRAÇÃO
PERUCA

 

 

Tenho 30 anos e bastante experiência em sexo. Mas, nesta última viagem a negócios que fiz a Brasília, passei por uma experiência com a qual nunca tinha sonhado antes. Tudo aconteceu em novembro do ano passado. Estava sozinho no hotel, à noite, e resolvi ir até um bar próximo. Sentei-me numa mesa central e pedi um uísque, que o garçom não demorou a trazer. Estava bebericando meu drinque, distraído, quando entraram duas gatas deslumbrantes. Elas pareciam ser irmãs; eram ambas louras e vestiam jeans e blusinhas bem justas que realçavam as formas bem-feitas delas, principalmente os seios e a bunda. A mais esguia, inclusive, tinha aquele tipo de bundinha arrebitada de que todo homem gosta. Olhei-as com naturalidade, acompanhando-as com o olhar até que se acomodaram numa mesa próxima. No momento em que se sentaram, as duas olharam em minha direção sorrindo e depois trocaram qualquer comentário.
Minutos depois, estava perdido em meus pensamentos quando notei que as duas estavam de pé em frente a mim. Perguntaram se eu me incomodava se sentassem ali comigo, e é claro que eu disse que não. Levantei-me, puxei as cadeiras, chamei o garçom e perguntei o que queriam tomar. Elas pediram vodca com tônica, e logo começamos a conversar. Eram primas, chamavam-se Célia e Márcia, paranaenses, e estavam em Brasília a passeio, hospedadas na casa de amigos.
Com algum tempo de conversa, surgiu um papo de relacionamento no século 21, preconceitos sexuais ainda existentes e coisas assim, e elas se revelaram bem liberais, dizendo que na cidade em que moravam, porém, jamais se expunham, porque o povo de lá era muito repressivo e falava mal de qualquer moça que tivesse até um namoro mais ousado. Por isso elas viajavam juntas sempre que podiam, pois fora da cidade natal sentiam-se livres e à vontade para fazer o que lhes desse na cabeça.
Esse papo criou um ambiente propício a que eu fizesse uma proposta para um programa mais íntimo naquela noite de sexta-feira. Eu hesitava, porém, porque as duas eram maravilhosas e eu não sabia qual escolher. Célia percebeu meu embaraço e veio em meu socorro, perguntando-me qual das duas eu ia convidar para sair. Quando ela disse isso, Márcia sugeriu que poderíamos sair os três, para evitar ressentimentos, piscando o olho para Célia, que deu um sorriso de cumplicidade. Propus que fôssemos tomar uns drinques no meu apartamento do hotel. Elas imediatamente aceitaram.
Chegando lá, pus meu iPod pra tocar no player do hotel, peguei bebida na geladeira e após uns goles comecei a dançar com Célia. Puxei-a para mais perto e quando a moça sentiu a pressão de meu membro entre suas pernas passou a acariciar minhas costas e meu pescoço. Logo depois, ela pôs-se a desabotoar minha camisa, beijando-me o peito, lambendo os mamilos, descendo com a língua até meu umbigo, para, em seguida, abrir o zíper de minha calça, e arria-la, juntamente com minha cueca, deixando-me nu da cintura para baixo e com o membro já em riste.
Ela rodeou meu corpo para tirar minha camisa por detrás, e só então percebi que Márcia estava completamente nua. Seu corpo era perfeito. Márcia era a da bundinha arrebitada. Enquanto sua prima tirava minha camisa, ela se aproximou sem tirar os olhos do meu pau, que vibrava em ereção. Ajoelhou-se à minha frente e tomou meu pinto em suas mãos, passando a beijá-lo e a lambê-lo, e correndo a língua também nas minhas bolas e nas virilhas. Demonstrando grande excitação, abocanhou meu membro, gemendo baixinho. Engoliu um bom pedaço dele e começou a sugá-lo.
Célia então se aproximou, também nua em pelo e, afastando Márcia delicadamente, empurrou-me para trás, fazendo-me sentar no sofá. Veio então de frente sobre mim e ajeitou meu pênis na entrada de sua vagina, deixando que só a glande penetrasse. Começou a fazer movimentos com os quadris, enquanto seu estado de excitação aumentava. Não se contendo mais, deixou-se cair com todo o seu peso sobre mim, fazendo com que o membro se enterrasse até o fim naquela caverna molhada, em violenta penetração.
Abaixei a cabeça e comecei a ugar seus seios pequenos e duros, cujos mamilos estavam retesados pela excitação. Eu trabalhava com a boca e com a língua, ora num seio, ora noutro, até que Célia, gemendo e soluçando alto, gozou intensamente, apertando-me contra o seu peito com tanta força que eu mal podia respirar. Depois escorregou de lado, meio desfalecida, deixando à mostra meu pênis, que estava ainda mais rijo e grosso, pois eu não tinha chegado ao orgasmo. Márcia então se aproximou muito excitada. Ajoelhou-se no sofá, ao lado da prima, e debruçando-se sobre o encosto pediu-me que lhe penetrasse por trás. Não precisou pedir duas vezes.
Levantei-me e encostei o membro, já lubrificado por Célia, na abertura do ânus de Márcia, sem fazer muita força, com medo de machucá-la. Assim que sentiu o contato, ela pôs as mãos para trás e, afastando as nádegas, recuou aquela linda bunda de encontro a mim, fazendo com que o meu sexo endurecido a preenchesse completamente. Agarrei sua cintura e iniciei um movimento de vaivém, até que gozei com grande intensidade. Márcia gozou também, mas antes de mim, e quando me afastei gemia pedindo mais.
Célia, que já se recompusera, fez a prima deitar-se no tapete e começou a trabalhar com a língua em sua vulva. A cena era tremendamente excitante, porque Márcia gemia e se contorcia, e Célia a beijava com uma volúpia incrível. Não aguentei e fiquei embalado de novo. Abaixei-me e tomei o lugar de Célia, que passou a sugar delicadamente um seio da outra e a acariciar o outro lentamente. Márcia começou a arfar e a se contorcer. Quando percebi que se aproximava do clímax, redobrei as lambidas e abocanhei sua vulva com paixão, vendo que Célia mordia os seios e a barriga da prima, que começou a dizer, com voz de choro, que estava gozando, e depois aos berros, que Célia abafou com um beijo na boca, transformando-os num murmúrio sufocado.
Desvairado, tentei penetrar o ânus de Célia. Quando ela percebeu, empinou-se e facilitou a penetração, ficando inerte. O meu movimento de vaivém impelia o corpo dela sobre o de Márcia, com o mesmo efeito de antes, e desta vez chegamos ao orgasmo os três juntos, numa gemedeira dos pecados, na maior alucinação – fantástico, fantástico!
As duas botaram a cabeça nos meus ombros, uma de cada lado, e ficaram um tempo descansando. Acho que cochilei, pensando que não dava mais nada. Só sei que de repente senti uma sensação gostosa, abri os olhos e vi que era Márcia sugando meu pênis murcho com extraordinária perícia. Não me acreditava capaz de ter mais uma ereção, mas fui sentindo que o membro aos poucos se intumescia. Quando Márcia sentiu também, girou o corpo, colocando seu sexo sobre meu rosto. Comecei a beijá-la ali, mas Célia empurrou nossos corpos, invertendo a posição. Com Márcia debaixo de mim, continuamos a nos sugar mutuamente, mas de repente senti uma sensação estranha em meu ânus. Era Célia que o lambia delicadamente, o que foi me dando uma espécie de angústia, e num instante tive o orgasmo mais estupendo de toda a minha vida.
Quando Célia ouviu meus primeiros berros (tenho até vergonha de contar, mas eu berrava feito doido), ela montou em minhas costas e me agarrou, esfregando sua vagina em minhas nádegas furiosamente, de modo que, segundos após eu ter gozado, ela gozou também, mordendo minha nuca e redobrando meu orgasmo. Não precisava dizer que depois dessa eu quase desmaiei, suado e pálido. E as fogosas paranaenses também amoleceram.
Na outra manhã, quando acordei, elas ainda dormiam abraçadas. Tomei meu banho e me vesti, pois tinha um compromisso para o almoço. Não quis acordá-las, e deixei um bilhete, pedindo que me esperassem até as 15h ou então retornassem ao hotel mais tarde. Quando voltei do compromisso, elas não estavam e tinham deixado um bilhete afetuoso de despedida, sem qualquer referência que me permitisse localizá-las. Fiquei sem saber nada a respeito dessas duas gatas sensacionais, a não ser que eram do Paraná, o que tenho certeza por causa do sotaque delas, com erres bem carregados.
NEY, FLORIANÓPOLIS (SC), POR E-MAIL

 


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