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| Desde que os dois estejam de acordo, vale tudo
pelo prazer. Até sufocar o parceiro |
Então abocanhei sua vagina desprovida de pêlos, apenas uma leve penugem
branca. Um líquido escorria.
Eu queria completar meu ato, quando um barulho me assustou. Vinha do
outro cômodo da casa. Uma voz chamava: "Mamãe, mamãe" , seguida de passos
firmes e fortes. O medo falou mais alto que o tesão, e eu, mesmo de pau
duro, fugi. Em casa, toquei uma deliciosa bronha. Gozei enlouquecido.
Agora, estou ensaiando um retorno ao local que denominei covil do prazer.
Dessa vez planejarei melhor". Naturalmente, essa não é sua tara.
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| Adepta do coito à unda, a loirinha aí só goza
quanto está de quatro dentro d'água |
No caso de nada disso - coprofilia, urolagmia, gerontofilia, anoxia erótica
- ser a sua praia, é possível partir para outra solução.
Que tal, por exemplo, transar no carro estacionado na garagem no horário
de movimento? Ou dentro de um ônibus com passageiro? Ou ainda na cobertura
de um prédio?
Em qualquer um desses casos você e sua parceira estarão praticando a
chamada agrexofilia, que é a excitação sexual produzida pela perspectiva
de que outros possam perceber ou ouvir seu ato sexual. Ou a oclofilia,
que se refere às práticas sexuais em meio à multidão.
Outras boas pedidas são o coito à cheval (sexo em cima do cavalo), o
coito
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